segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Um Milhão de Anjos parados ao redor da Terra enquanto a Igreja canta...

É disso que estamos falando....!


Quero começar esse post agradecendo a todas as pessoas que tem dedicado uma fração do seu tempo a vir aqui e acompanhar esse blog, alguns inclusive registrando seus comentários, endossando com suas palavras, não simplesmente o que eu acredito, mas sim aquilo que o Espírito tem feito ao redor mundo através desse glorioso Amanhecer de Um Novo Dia.

Partilho pois convosco, um parágrafo que a mim veio como jóia de raro valor, em que  o Irmão Branham fala objetivamente  sobre Cânticos de Redenção, razão de ser desse espaço...


Vamos ao que disse...:


Ora, quando formos trazidos a presença do Senhor Jesus em sua vinda, haverá UM MILHÃO DE ANJOS parados ao redor da Terra com as cabeças inclinidas, ouvindo enquanto a Igreja canta os CÂNTICOS DE REDENÇÃO, não sabendo do que estamos falando. Eles nunca estiveram perdidos, não sabem o que significa estar perdido. Você e eu sabemos o que significa. Eles nunca estiveram enfermos, eles não sabem como se regozijarem sobre cura, eles não precisam de cura. Se nunca houvesse mal, nunca haveria existido bem. Se nunca existisse noite, eles nunca haveriam conhecido nada a não ser dia. Você vê a lei dos contrastes ? Deve ser dessa maneira.

                                   Nós Veremos Jesus - Por William Marrion Branham



Meus Irmãos, eu creio nisso !!!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O Pacto é Incondicional para a Semente Real de Abrahão...!

Tradução para Freedom
Third Exodus Assembly


Por Ir. Isaac Giacomassi

Eu não O vi caminhar áquela Colina de Solidão, nem as Suas Pegadas de Sangue que marcaram a vereda do Seu sofrimento como os pregos que transpassaram Suas Mãos e Seus Pés. O Véu foi rasgado em dois e Ele viu esta Igreja comprada com Seu Sangue, Ele viu a mim e a você.
Agora estamos livres de toda nossa escravidão, os grilhões, todos se foram...
Morte, onde está o teu ferrão !????
Eu ainda posso ouvir o Clamor do Seu Sangue...:


Liberdade !!!!
Liberdade !!!!
Liberdade !!!!
Liberdade !!!!

O Sangue ainda clama liberdade
da escravidão e do pecado
Tú não tens que preocupar- se ao pé da Cruz...
Ele escreveu nossos nomes !
Selados com o Sangue do Cordeiro Imaculado
Segure na Mão imutável de Deus
O Sangue ainda clama a Liberdade
Olhe e Viva !

E ouvi, mas agora vejo !
O que o Sangue pode fazer por ti e por mim ?
Ele vivifica nossas almas e nos faz completos
Temos esta doce vitória !
Os Sete Selos foram abertos ( O Filho Ressuscitou ! )
Uma boa notícia da sepultura !
A Mensagem dos Sete Trovões para Fé de Rapto !
Pelo Sangue, nós venceremos !

Alguns tem caído em batalhas
Alguns tem se desviado
Mas há alguns soldados feridos
Que precisa de Cura hoje
Nada é impossível !
Esses ossos secos podem viver !
O Sangue vai restaurar !
É o Assim diz o Senhor !
Oh, Glória a Deus !!!

Aleluia, eis o Reino da Liberdade
A Libertação está aqui !
Bradou a Espada do Senhor !
A Guerra está ganha !!!
Eis o Reino da Liberdade !


                                                                                                         Eu creio Nisso !



Nossa gratidão ao Ir. Isaac pelo esmerado trabalho de tradução. O Senhor O recompense !


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Singelo Testemunho em Tabernáculo de Adoração do Evangelho Pleno - Vila Brasilândia- São Paulo/ SP

Sob Adoração & Louvor






Há muita fé aqui... Se vê uma Nuvem Branca por todo o edifício...
                               William Branham no filme O Profeta do Século Vinte

sábado, 1 de janeiro de 2011

Um Profeta Poeta...

Significado de Poesia

s.f. Arte de fazer versos. / Cada gênero poético. / Obra em verso, poema. / Característica do que toca, eleva, encanta. Forma especial de linguagem, mais dirigida à imaginação e à sensibilidade do que ao raciocínio; Em vez de comunicar principalmente informações, a poesia transmite sobretudo emoções.

    
                                  Fred Bosworth & William Branham

28 – Agora, oramos, Deus, para que nós, nesta manhã possamos começar o ano novo com hinos, e cantando, e regozijando, e sabendo que Deus nos guiará através da jornada da vida e além do rio da morte para aquela terra prometida. Nossos olhos olham além do volume torrencial do Jordão nesta manhã onde os campos de — de trevo e os campos de sempre-vivas estão crescendo. E oramos, Deus, que nossas almas captem aquela visão e nunca a percam. Um dia quando tivermos que descer através daquele rio onde ela atravessa, ora, como Elias no passado, o manto de Deus ferirá as correntes da morte e passaremos por cima sem nenhum temor. Conceda isto, Senhor.

APOCALIPSE 4 – II PARTE – OS VINTE E QUATRO ANCIÃOS
William M. Branham



Parágrafo extraído do Site A Voz de Deus. Recomendo o vídeo retrospectiva 2010 disponível no link abaixo.


sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

The Greatest Love Story - La Gran Historia de Amor


UMA ESPOSA EXULTANTE, QUE CANTA SUAS BODAS...
                                            The Greatest Love Story
                                                    Third Exodus Assembly

                            


                                  
                                  La Gran Historia de Amor
                                        By Tabernáculo Arica/ Chile





A GRANDE HISTÓRIA DE AMOR
Versão Português: Tabernáculo O Alarido Jundiaí- SP

Cifra: Tabernáculo El Shadday

C                          G/B                  Am                      Am/G

Deixei minha terra deserta buscando repouso
C                         G             Am                  Am/G
Tropeçando em amnésia, amargurada e destroçada
C                         G                                  C
Conheci o Parente Redentor, um Ser Poderoso
G                         F                                    G
Tirou essa moabita do campo e ao seu ligar me levou
C                     G/B                          Am                     Am/G

Disse: não temas filha minha tu és parte de Mim
F                                                                 G
Não descansarei até que ao Meu lado estejas
C                  G                 Am        C                   F
Faço tudo aquilo que pedires a mim, és minha jóia amada
G                                      C
Mulher virtuosa És Minha Esposa
C                           G/B                     Am                            Am/G

Respondi o teu chamado e o Senhor me tem coberto
C                     G/B               Am                          Am/G
Com os olhos da fé eu vejo os mistérios sendo revelados
C                     G                      F                        C
Agora eu sei quem  sou e reclamo o que é meu
G                                  F                                      G
Sou a Esposa do Cordeiro e fui comprada por um preço

C                  G/B                     Am                    Am/G
Olho atrás e vejo amor e graça me tens dado
C              G/B                    Am                                   Am/G
Senhor eu fico de joelhos, Tú Conheces meus pensamentos
C                               G/B
Quando eu preciso... És Jeová Jire
F                               C
Jeová Rafa...O Grande Curador
G             F                            G                        A
Estou em Sua Palavra por fé, Tu és mais que capaz

D                                             G                                          D
Levou minhas cargas sobre Si eu sei que me amas
A                            G          A                               D
Redenção pelo sangue: A grande história de amor
G
Completa restauração, plena redenção
D                         Bm
É o que os Sete Selos na Nuvem testificaram
Em                                       A                                                            D
Meu redentor não esta morto, mas vive hoje e regressou por ti e por mim





O Casamento já se deu. Mas essa é uma  convicção é pessoal e instranferível. 


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O Jumentinho e o Rei

Escrevi esse hino em 2004, se me lembro bem. A principio fui tocado pela poesia do quadro da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém sobre o pequeno animal. Na época foram apenas duas estrofes, a primeira e a segunda. De qualquer forma, foi mais uma canção que foi para " a gaveta ". Em 2005 - creio eu - Deus me apresentou ao meu Ir. Gerson Silva. Na verdade foi ele quem descobriu o valor da canção, e agregou a ela a sensibilidade de sua harmônica ( espécie de gaita ). Ainda assim, faltava alguma coisa, que eu não sabia o que era, de modo que fiquei atento  ao que o Espírito diria no Seu Mover. Encontro Nacional de Pastores no Ginásio da Portuguesa em São Paulo. Algumas mensagens ali apontaram o caminho para a terçeira estrofe, que foi concluída nos dias do próprio encontro, mas não conseguimos canta- lo na ocasião.  Mas foi só em São Carlos alguns anos depois, numa série de reuniões especiais que fui entender de fato por que veio a inspiração para esse hino. Ele estava conectado a Algo infinitamente maior. Depois o Pastor José Alberto dos Santos me apresentou ao parágrafo abaixo da Mensagem Qual é a Atração Sobre a Montanha, parágrafo esse que me havia passado por alto. Simplesmente Deus. Tudo Ele.



 São Carlos/ SP - Tabernáculo sob a responsabilidade do Pastor Lukemba Luansi. Reuniões Especiais com o Pastor Vin Dayal


 
Qual a Atração Sobre a Montanha ?

119 – Oh, lá haverá uma verdadeira chuva temporã e seródia nos últimos dias sobre aquele pequeno grupo que vem com Ele neste jumentinho, pobre e humilde, sem dúvida ou denominação, clamando, “Hosanas ao Rei que vem no Nome do Senhor!” Qual é o problema hoje? Qual é a atração da montanha?


        O Jumentinho e o Rei - Versão Estúdio ( Para Baixar em .mp3)
        Letra, Música e Violão: Eduardo Martins
        Arranjos, Piano e Strings: Abner Melo
        Harmônica: Gerson Silva


Lá vem o jumentinho
Conduzindo em seu caminho, o Rei
Pela estrada empoeirada, ficam marcas das pegadas
Que ele fez
A multidão se aglomera, o povo de desespera
Pra ver o Rei
E o jumentinho orgulhoso, por trazer montado em seu dorso
O Grande Rei

REFRÃO

Com cuidado, em seus lombos vem trazendo Emanuel
O Supremo Criador do mar, do céu
Que honra essa lhe coubera, conduzir sobre essa terra o Grande Rei
Era Deus, mais uma vez oculto em simplicidade,
Mas não se engane quem entrava na cidade
Sobre um jumentinho
Era sim, Sua Majestade, o Rei

Que cena da maior candura,
O Criador e a criatura, a caminhar
Alheios ao que se dissesse
Por que talvez um outro rei quisesse muito mais
Uma carruagem imponente, belos cavalos a sua frente
Ele rejeitou
Para assim em coisas tão sutís, nos mostrar que não está aqui
Nosso tesouro
( que não é prata e não é ouro )

Mas o quadro se recria e como foi naquele dia, em Jerusalém
Deus está aqui presente, andando em meio a essa gente,
Mas ninguém vê
Se a alguém possa interessar, quem sabe ao longe avistar
Por onde vai O Rei
Preste atenção nos elevados, nas campinas nos valados
Nos rincões

REFRÃO II

Faço vos saber, que o Rei não está em uma montaria
Mas num povo que Seu Nome anuncia
Bem ouvimos sua voz, convosco e em vós Eu estarei
E assim Deus, mais uma vez oculto em simplicidade
Está a viver, a caminhar pelas cidades
Por que em seu coração
Você conduz, o Rei